La alma porteña

A guerra não vale a pena. Exemplo é a rivalidade, tacanha às vezes, que alguns brasileiros têm contra os argentinos e seu berço prateado. Ah, fingir que a vida é cor de rosa tampouco compensa. Os nascidos em Buenos Aires têm fama de ser difíceis de lidar e não fazem muita coisa para eliminá-la. O equilíbrio entre amor e ódio é o melhor: não deixemos que as desconfianças sejam maiores que a vontade de conhecer a cosmopolista capital argentina, que vem de uma fase bem complicada para outra mais brilhante.

Falaremos mais sobre BsAs nos próximos dias. Por ora, fica a dica da locação do filme Nove Rainhas (2000), de Fabián Bielinsky. A razão é que essa obra, a qual mostra um grupo de trapaceiros pouco espertos tentando aplicar um golpe, é sinal da volta de boas produções no cinema feito no país. Envoltos em muitos panelaços e várias trocas de presidentes, eles tiraram um tempinho para criar boas opções cinematográficas. Entre o penta brasileiro na Copa e o bi argentino no Oscar na categoria de filme estrangeiro, Nove Rainhas serviu e serve como um bom convite para nosotros vermos de forma menos armada a cultura e o modus vivendi de nossos vizinhos (pernas de pau).

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5 Respostas to “La alma porteña”

  1. tenho uma amiga q mora lá…rs

  2. Pooooxa… vou pra la daqui a 1 mes!!

    :))

  3. Heitor, Heitor…
    Como vc me copia, garotão!

    rs

  4. Bue é uma boa opção para romances … Vamos caminhar em Puerto Madero?

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